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Diretor de Identidade Bourne e Sr. e Sra. Smith ensina Anakin Skywalker a se teletransportar.

 

 

 

Feche os olhos e concentre seus pensamentos em um outro lugar que gostaria de estar. Para onde iria se pudesse se teletransportar na velocidade de um piscar de olhos? Imagine acordar em casa e tomar café da manhã em Nova York. Passear por Roma, Tóquio e, no final do dia, ver o pôr- do-sol sentado em cima de uma das pirâmides do Egito. Essa é a aventura épica Jumper (2008), filme em que as barreiras da física quântica parecem simplesmente não existir.

 

Dirigido por Doug Liman, de Identidade de Bourne e Sr. Sra. Smith, o filme mostra a história de David Rice (Hayden Christensen, o Anakin Skywalker de Stars Wars II e III), que nasceu com o superpoder de se teletransportar para qualquer canto do planeta que a mente dele desejar. Em fração de segundos, ele pode atravessar paredes, dar a volta ao mundo e retornar para onde estava no início. Consegue até mesmo entrar em cofres de segurança máxima recheados de dólares sem ser notado pelo sistema de segurança. No entanto, isso tem sido usado como uma fuga de seu passado, na tentativa de esquecer os problemas com a família (pai alcóolatra e mãe que saiu de casa), colegas da escola e o amor não correspondido da garota Millie Harris (Rachel Bilson, do seriado The OC), em uma típica cidade do interior dos Estados Unidos.

 

David descobre que é um Jumper na adolescência, quando, durante um acidente em um lago congelado, se teletransporta para uma biblioteca pública . Depois disso, não pára mais. A volta ao mundo torna-se solitária e constante pelos mais variados cantos do planeta, até que ele resolve voltar à pequena cidade natal e reencontrar o velho amor. A partir daí não está mais sozinho. Conhece outro de sua espécie, Griffin (Jamie Bell, o Billy Elliot) , e descobre que descende de uma antiga raça e, pior, que existe uma sociedade secreta que tem como missão exterminá-los. Seu líder é o exótico Roland (Samuel L. Jackson, agora de cabelos brancos).

 

Com cortes rápidos, Jumper conta com elenco conhecido do grande público, inúmeros efeitos especiais e a utilização de grandes planos de belas cidades e monumentos históricos. Detalhes implícitos de uma possível continuação também aparecem neste roteiro dinâmico sobre um novo tipo de poderes ainda pouco explorado nos cinemas. Portanto vá ao cinema despretensioso, sem esperar o mesmo tipo de trabalho feito pelo diretor em seus filmes anteriores. Na pior das hipóteses, se não gostar, você pode tentar se teletransportar para a sala ao lado.

 

Por: Guilherme Zauith

 

Assista aqui ao trailer de Jumper.

 

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