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Atores são os protagonistas da ficção científica Jumper

 

 

 

 

Em um fino hotel à beira do Green Park, em Londres, Hayden Christensen e Rachel Bilson, os atores principais do filme Jumper (2008) conversaram com o Omelete sobre superpoderes, o diretor Doug Liman, eleições nos EUA e desconversaram sobre o suposto romance entre os dois.

 

 

 

Hayden Christensen é um sujeito alto, magro, simpático. Respondeu às perguntas descontraído durante os dez minutos de entrevista ele brincou sobre o que faria se tivesse os mesmos poderes do personagem que interpretou.

 

 

 

Jumper foi o primeiro grande trabalho dele depois de Stars Wars e o ator está orgulhoso que tenha sido com Doug Liman. “Foi ótimo. Gosto dos trabalhos dele e ele sempre me incentivava durante as filmagens para que eu desse o máximo de mim. Dizia vamos lá, vamos lá…”, conta cerrando os punhos e levantando os braços no ar. Ele afirma que a escolha de papéis é muito importante e esse teve um elemento extra, já que ele pôde viajar durante todo o processo de gravação. “Não é nada mal ter o Coliseu fechado só para você e depois passar uns dias em Tóquio. Isso é demais, pois tenho muita sorte de conhecer diferentes culturas, povos e ainda ficar em hotéis luxuosos”. Se tivesse os mesmos poderes do filme, o ator brinca que se “teletransportaria para a Nasa, roubaria uma nave espacial se teletransportaria novamente para alguma lua distante.”

 

 

 

Hayden confessa que sente falta de estudar, gostaria de ser “arquiteto, ter uma família e morar em um rancho”. Ao ser questionado se essa vida seria com a atriz Rachel Bilson, ele desconversa e diz que ela é “uma das pessoas mais doces que conheceu, mas se encontraram apenas durante as gravações”.

 

 

 

Sobre uma nova continuação de Jumper, diz que ainda “não sabe, porém aceitaria o papel novamente, pois é um filme interessante sobre um cara normal com estranhos superpoderes e que apenas não sabe lidar com o passado. Faria de novo, com certeza”.

 

 

 

Rachel Bilson sentou na mesa logo depois dele. Com seus enormes olhos castanhos nos contou que adorou interpretar um personagem numa ficção científica. “Foi o oposto do que fiz em The O.C., principalmente por causa dos efeitos especiais – algo que adoro – e trabalhar com Doug superou minhas espectativas. Eu era a única garota e tive que correr sem parar para acompanhar o rítimo dele. Além disso as viagens também foram extraordinárias. E Hayden é muito legal, tive sorte de ser escolhida para fazer o papel com ele. Nos demos bem, mas já digo que só somos amigos de profissão”, completa sorrindo.

 

 

 

Humilde, para ela o melhor programa é ficar em casa. “Gosto de assistir a uns filmes no sofá com meu cachorro. Nessa profissão quase não tenho tempo para mim e as pessoas acham que são só festas e loucuras, mas quando tenho tempo vou correndo para minha casa na Califórnia ficar tranquila. No entanto, se pudesse me teletransportar gostaria de conhecer Atenas, na Grécia”.

 

 

 

A atriz comentou sobre as eleições norte-americanas e confessou ainda que está em dúvida sobre quem seria o melhor candidato. “Como eu sou mulher gostaria que fosse a Hilary Clinton, mas Obama é extraordinário. Espero que ganhe o melhor, pois política se faz pelo partido e não pelas cores ou sexo”. Rachel finaliza dizendo que na sua carreira, o grande sonho seria “fazer um musical e trabalhar em um filme da diretora Sofia Coppola.”

 

 

 

 

 

 

Fonte: Omelete

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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