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Alice Braga e Rodrigo Santoro têm em comum mais do que o desejo de fincarem o pé como atores na indústria americana de cinema. Eles conseguiram realizá-lo em um curto espaço de tempo e, se descontado o rigor dos críticos, de maneira muito positiva. Alice e Santoro estão juntos em “Cinturão Vermelho”, novo drama moral de David Mamet, que não dirigia um filme desde “Spartan” (2004). E têm vários projetos pela frente.

Santoro, que em “Cinturão Vermelho” faz o papel do oportunista Bruno Silva, está também em “Os Desafinados”, de Walter Lima Jr., que participa do Cine Ceará, a ser realizado entre os dias 10 e 17. Filma ainda este mês uma participação no filme “I Love You Philip Morris”, em companhia de Jim Carrey e Ewan McGregor. Baseado em romance de mesmo nome de Steven Russel, o filme acompanha as desventuras de um famoso golpista.

“É algo que eu queria muito fazer”, disse o ator, em uma conversa informal entre as entrevistas sobre “Cinturão vermelho”. “Estava esperando apenas a confirmação do meu agente.”

O brasileiro ainda tem um contrato em aberto com o canal ABC para o seriado “Lost”, no qual interpretou o cozinheiro Paulo na sofrível terceira temporada. “Não entraram em contato comigo, mas estou sob contrato”, explicou ele. “Se me chamarem para fazer o flashback de algum dos personagens, eu sou obrigado a atendê-los. Até agora, no entanto, nenhuma ligação.”

Alice, que recentemente foi vista ao lado de Will Smith em “Eu Sou a Lenda”, também está animada com as perspectivas. Além do filme de Mamet, em que faz o papel de Sondra, a mulher brasileira do protagonista, o professor de jiu-jitsu Mark Terry (Chiwetel Ejiofor), ela estará em duas produções internacionais. Adaptação de “Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago, “Blindness” deve ter sua estréia mundial no Festival de Cannes, em maio. Aparecerá também em “Crossing Over”, de Wayne Kramer, com Harrison Ford e Sean Penn.

No Brasil, Alice está escalada para fazer “Cabeça a Prêmio”, adaptação de romance homônimo de Marçal Aquino e primeira experiência na direção do ator Marco Ricca. “Estou muito animada, porque é um livro do Marçal, um autor que admiro muito”, disse ela, em entrevista ao UOL Cinema. “E também porque é a estréia do Marco Ricca, ator com quem eu trabalhei no ‘Via Láctea’ e em quem eu confio muito.”

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